Projeto Conceito: Aplicativo OpenSocial Boo

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Boo é um aplicativo OpenSocial – Orkut que permite adolescentes armarem esquemas para seus amigos deixarem de ser BV (boca virgem – quem nunca beijou). O esquemador seleciona amigos que combinam e dispara pistas para os outros amigos descobrirem quem está sendo combinado. O sistema não revela diretamente a combinação antes do esquema estar completamente armado.

Projeto Conceito: FloripaTur

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FloripaTur é o projeto que concebe as formas de relação entre turista e a cidade de Florianópolis. Com parceiros tecnológicos e marcas nacionais, o projeto cria a estrutura de serviços necessária ao turista que viaja a Florianópolis nos períodos de verão (alta temporada) e o turismo de negócios. 

 
Florianópolis é uma cidade que se projeta como uma marca com atributos joviais e tecnológicos. Este processo de projeção ocorre de forma aleatória e sem planejamento adequado de experiência e serviço. Apesar de tornar-se grande referência turística nacional, a cidade não se prepara e não se capacita para explorar uma de suas maiores potencialidades mercadológicas: o turismo.

Potencial turístico mais potencial tecnológico em uma cidade jovem. Esses elementos traduzem a relação de escopo do FloripaTur que concebe a experiência turística na cidade. O projeto considera a força de Floripa como marca e, para tal, propõe soluções, interações e experiências nos serviços oferecidos aos que visitam a Ilha de Santa Catarina, seja ao lazer, quanto aos negócios.

As Crianças estão Conectadas

Pesquisa Publicada pela Revista Veja mostra como 6700 crianças estão cada vez mais conectadas aos mecanismos de interação da internet. É impressionante essa nova realidade. Veja os números:

51% acessam a rede todo o dia

90% jogaram games on-line no último mês

33% baixaram músicas no último mês

30% pesquisam para a lição de casa

59% acessam o Orkut

72% das meninas e 57% dos meninos utilizam o MSN ou outro comunicador do gênero

69% dos usuários de MSN passam até duas horas por dia teclando com os amigos

18% têm seu próprio blog, fotolog ou videolog.

Um em cada cinco pesquisados já postou algum vídeo no YouTube

Dois em cada cinco já trocaram algum arquivo na web

* Fonte: Turner International do Brasil/Cartoon Network

Entrevista Adriano Silva – Núcleo Jovem Editora Abril


Adriano Silva é o coordenador do Núcleo Jovem da Editora Abrl. Em entrevisa para o Congresso de Mídias Digitais e Interatividade ele dá uma boa dica de portal b2b com vários estudos da editora sobre o segmento jovem: www.y-trends.com.br

Tendências para o Consumo Jovem:

1. Geração Seleção

Os jovens querem soluções rápidas de filtros de conteúdo. Eles sabem que os resultados no topo da lista do Google são os mais relevantes. Eles procuram por sites que já tenha o conteúdo que procuram pré-selecionado, em geral, listas de top 5, 10 ou 20. Playlists e itens destacados por gente relevante também são objeto de desejo. Quando alguém reconhecido pelos jovens como ícone recomenda músicas ou livros, em geral, a dica é bem aceita.

2. Consumo viral

A indicação de um amigo vale mais do que qualquer fonte de informação. Os jovens espelham-se no que seus amigos estão fazendo e buscam o mesmo para si. Espelham-se no amigo que entende de computadores para informações sobre computadores, o mesmo vale para o amigo que gosta de games ou a menina que sabe tudo de moda. Novamente, tudo isso é informação valiosa, já pré-selecionada. Isso também explica a crescente importância do digg e outros. Pessoas querem notícias escolhidas por pessoas. Querem ler blogs por que para elas o que está escrito lá é mais verdadeiro do que a informação pasteurizada dos grandes meios de consumo.

3. Consumo da expectativa

Hoje em dia a expectativa de comprar o produto é mais intensamente vivida do que o a própria posse do produto. Querem o novo, rápido e agora. Depois de comprado, o produto “perde a graça”. É o que se viu recentemente com o iPhone, tecnicamente o produto mais esperado da última década. As pessoas fizeram filas um dia antes do seu lançamento para comprarem o seu.

4. Comportamento Indie

Enquanto querem o que todos os amigos estão usando, os jovens também valorizam o que consideram “contra-cultura”, o incomum, mesmo que seja só discurso. Desenvolvem simpatia por marcas “verdadeiras”, com aparência de gente comum não “fake”(inclusive exatamente esse é o apelo do Dove Evolution). Como citado no vídeo por um jovem, “se caiu no gosto da massa perde a sensação de exclusividade e eu começo a desgostar e vou procurar outro produto”.

5. Design Nation

Hoje o design é um elemento muito mais acessível, as ferramentas estão se popularizando. Eles querem os produtos assinados por um designer renomado, pois o produto adquire o caráter de arte. O design é mais importante para eles do que as marcas propriamente ditas.

6. O Consumidor é o conteúdo

O jovem tem poder na internet. Tem voz e querem exatamente isso. Se expressar, mostrar o que gostam e ver o que os outros também estão fazendo. Conhecem as últimas ferramentas de comunicação e as exploram: flogs, blogs, álbuns digitais, fóruns… Muitos se tornam celebridades da internet. E as marcas criam ferramentas para que os jovens criem o conteúdo que elas divulgam e comercializam, um bom exemplo disso é o bem-sucedido Camiseteria.com.

7. Psiconomadismo

O jovem tem menos fidelidade a uma marca só, experimentando muitas coisas ao mesmo tempo. Eles querem conhecer tudo e saber falar de tudo. A internet potencializa isso, permitindo que as pessoas conheçam coisas que antes jamais chegariam às suas mãos. Essa tendência está analisada em foi batizada de Long Tail. Por que o limite de informação sobre um assunto se estende até o infinito, num gráfico que se assemelha a uma cauda loooonga.
No geral, os jovens não gostam de serem classificados e rotulados em grupos de indivíduos. Marcas que os posicionem como “os grunges”, “os roqueiros”, “os pagodeiros”, “os emos” tendem a fracassar.

8. Mente Global, Alma Local

Há uma preferência pela produção nacional, sem perder o contato com o que é feito fora. Há uma busca pela raiz brasileira: samba de raiz, rock fora do mainstream, etc.

9. A Revolução Natural

Os jovens vivem e reconhecem a velocidade com que as coisas acontecem no mundo atual e querem viver essa realidade tanto quanto valorizam a natureza e tranquilidade. O equilíbrio pessoal se torna item a ser consumido por eles. Praticam ioga, querem viver no interior em lugares com mais acesso à natureza e buscam produtos naturais e leves.

10. Consumo do Vazio

Mesmo que não vão utilizar, querem a ilusão de ter o melhor. Mesmo que seja ter o vazio. Eles querem o e-mail com mais espaço, o iPod com mais memória interna. Consomem serviços que tendem a comprimir o tempo necessário para realizarem as tarefas do dia-a-dia. Junto a isso nasce a necessidade de inteirorização, a busca por um lugar de “fuga da realidade” e espaço vazio, para que possam fugir do excesso de exigências da vida.

Conteúdo é a alma do negócio

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Conteúdo é a maior tendência no mercado de comunicação das marcas. Lançar rádios, criar revistas, gerar programas de TV é a nova forma de fazer publicidade que está ganhando, aos poucos, o interesse dos anunciantes.

O movimento do mercado para esse novo formato é cada vez mais forte. As marcas saem dos blocos comerciais para ser o próprio espetáculo. Se antes as pessoas eram interrompidas, hoje, são envolvidas.

Gente de peso já vem se adequando a esta forma de comunicar. O grupo Newcomm, do publicitário Roberto Justus após fusão com a empresa Synapsys, lançou a agência Newcontent, voltada ao universo da comunicação por conteúdo. A Oi, com sua revista própria, na linha de Custom Publishing, aceita assinatura. O consumidor não só fideliza sua relação com a marca, como também paga para isso.

Mais informações nos links das empresas abaixo:
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Vale a pena se informar. A linha Branded Content está apenas começando.

Economia da Experiência

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Está aí uma marca que soube reinventar sua categoria. Inovando na forma e no conteúdo é um ótimo exemplo de marca em tempos de “economia da experiência”. Mas afinal, você já ouviu falar disso?

Economia da experiência é uma mudança defendida por Joseph Pine e James Gilmore que prevê uma nova fase na economia. Se até ontem, ela era orientada aos serviços, hoje, é às experiências.

Quatro são os fatores que tornam uma experiência memorável segundo os precursores do termo:

1 – Educação: As pessoas devem aprender algo novo na experiência que a marca está proporcionando.

2 – Entretenimento: Tornar a sensação agradável, prazerosa.

3 – Estética: O belo nos motiva, nos envolve.

4 – Evasão: A experiência é tão intensa que o consumidor perde a noção do tempo.

O Cirque du Soleil é um ótimo exemplo que faz disso seu negócio. Capaz de misturar ópera, balé e rock em mais de 12 marcas de espetáculos, o circo percorre o mundo vendendo sensações e emoções.

Economia da Experiência. Ainda vamos ouvir falar muito disso…

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Para saber mais, leia o livro: “Experience Economy”, de Joseph Pine e James Gilmore.

Varig – Uma nova experiência de marca

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Ao folhear a revista Veja desta semana os leitores podem se deparar com um anúncio belíssimo, que logo chama a atenção. Mais do que belo…envolvente. Há muito tempo não temos um trabalho de marca no Brasil tão profundo e tão consistente como o que nosso país acaba de presenciar com a Varig.

A marca faz questão de deixar isso muito claro em todas as suas manifestações: treinou os colaboradores, fez um trabalho incrível de design, identificou as aeronaves, a comunicação da marca ganhou um novo fôlego e ainda utiliza a seu favor o que tanto temos visto aqui no BrandsBlog: A experiência.

A marca se reinventou considerando todos nossos sentidos: Visão, Tato, Audição, Olfato e Paladar. A Varig se reestruturou, fez um novo site, estudou sua identidade, mostrou coerência em todos os pontos de contato e se fez aí um grande trabalho de branding.

O anúncio assina da seguinte forma: “Para que a sua experiência de voar seja mais do que simplesmente uma viagem”.

Brilhante! Que esta estrela brilhe cada vez mais!

Assista ao filme:

Marcas Globais

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Sejam as marcas pessoais de seus atores e apresentadores, as marcas de seus programas, a marca corporativa, não há como negar: A Globo sabe construir e explorar as marcas que cria. A capacidade de compreender e levar a sério a importância dessa questão nos negócios leva a Globo a estar onde está.

As marcas saem da TV e viram conteúdos e produtos nas multiplataformas: Globo Esporte vira portal, Fantástico vira revista, Caldeirão do Huck vira jogo de tabuleiro, Malhação vira Skate e pasme: Big Brother Brasil vira faqueiro!

Nunca uma emissora brasileira de TV percebe tanto a importância de criar marcas e gerar crescimento através delas, quanto a Globo. Isso a torna muito mais do que empresa multimídia, mas uma grande indústria de marcas.

Confira: lojaglobomarcas

Harry Potter e a mágica de construir marcas

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24 horas após o último lançamento, 7 milhões de livros vendidos. Harry Potter é um fenômeno dos cases de construção de marcas globais. A autora, J. K. Rowling, conduz perfeitamente o menino bruxo mais famoso do mundo meio a um excelente trabalho de branding.

Harry Potter tem tudo de uma grande marca: Conta uma boa história, gera conteúdo e experiência, tem forte personalidade, trabalha arquétipos, há os que amem e os que odeiem, gera polêmica, é autêntico em sua identidade.

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A estratégia é tão inteligente que até mesmo a escola em que Harry Potter estuda, tem marca: Hogwarts. Recentemente a Apple lançou o Ipod que estampa a identidade visual da escola:

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A Universal Studios já trabalha na criação de um parque temático com lançamento previsto para 2009 do tema. Os aficionados podem esperar em Orlando uma experiência inesquecível com direito a castelos, varinhas mágicas e outros artigos que rodeiam este arquétipo.

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Há ainda os que não se deram conta da força do branding em criar e gerenciar marcas de sucesso. Essa mágica, o jovem bruxo sabe muito bem… aprendeu em Hogwarts.